A Economist está agora mesmo, com uma reportagem especial dedicada a Haroldo Lima, diretor da ANP. Fala sobre as descobertas submarinas da Petrobras e as implicações delas sobre o mundo. Aos que acreditam no crash do petróleo as recentes descobertas da Petrobras podem jogar um mar de água fria sobre a escassez do recurso.
Alguns ambientalistas parecem já ter se atentado a isso. O perigo, dizem, não é o fim do petróleo, mas o quanto de queima de petróleo a Terra aguenta.
O alto preço do combustível fóssil tem acelerado os investimentos em alternativas -- além, claro, de tornar viáveis explorações caras como as da camada pré-sal de Tupi e eventualmente de Carioca-Pão-de-Açúcar. A viabilidade do etanol brasileiro (hoje se consome mais álcool do que gasolina no país) e os investimentos em outras formas de energia são sinais de que os combustíveis alternativos podem se firmar num mundo com petróleo mais caro.
Um recente estudo do Fórum Econômico Mundial aponta o papel da inovação em resolver o problema da energia mundial. Se o consumo continuar como está, até 2030, o mundo consumirá 50% a mais do que hoje em energia.
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Um comentário:
Pois é Paulo, no forum mundial das energias renováveis em Fóz- maio - Os indianos deram um show na energia eólica, e o Brasil de opostos: de um lado o sucesso do etanol e do outro a comemoração do novo poço de petróleo e ainda reativação dos projetos de energia nuclear.....
Um abraço
da tia Ecológica - Mary sTela
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